(poema homenagem a Sirlene Santana)
A lua acrílica
A lua acrílica
no céu surge
cheia de si permanece tão bonita
iluminando a própria vida
como se planeta fosse
embora garbosa é só um satélite
natural da terra
que quer se aparecer
encantado pelos olhos de Sirlene
que tudo vê serenamente
assimilando refletidamente
diante de tanta gente
que choram, mesmo se fazendo
de duras de fortes,
na observação dos que vencem
na ternura dos que perecem,
e nisto há os que ajudam
sabiamente com coragens
pois todos precisam
pois sentem-se necessidades
de fazer resgates, de amarem
e rezar, orar até nervorasamente
pensando na felicidade
muito alem do infinito.
Procure no céu
a lua acrílica,
cheia de si e, tão bonita
ela quer só aparecer
encantada pelos olhos de Sírlene.
Manoel Messias Pereira
poeta
Membro da Academia de Letras do Brasil -ALB
São José do Rio Preto-SP.

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